
O LADO MAIS SINISTRO DA CRISE DO CAPITALISMO
O ano de 2008 ficou marcado pelo surgimento de uma crise econômica mundial sem precedentes – típica do sistema capitalista – para ser enfrentada nos anos seguintes. Mais do que uma previsão ou “vidência” que muitos economistas a serviço do mercado de capital tentam passar à Karl Max, não sabem eles que crises são inerentes ao sistema dependente de especulações. Mais do que coincidência após oitenta anos da crise de 1929 também advindas do berço do capitalismo, os Estados Unidos, a crise econômica mundial de 2009 será um novo marco da ordem econômica.
Os economistas capitalistas torcem a cada instante que ocorra a mutação necessária do capitalismo, mas eles próprios não saberiam indicar qual é o resultado dessa nova mutação, isso é o que os deixa atônitos e sem alternativas a não especular o que poderá acontecer amanhã.
Mais uma vez vemos o estado tendo o papel de aplicar remédios paliativos para contornar os efeitos da crise, através do socorro a bancos, grandes empresas através de liberação de recursos ou de concordatas agendadas para reduzir seu impacto numa economia já tão frágil.
Não é meramente uma falta de recursos (dinheiro) para investimentos que está acontecendo no momento como querem passar os governos desses paises, mas sim uma superprodução de bens e uma falsa riqueza através de especulações. A escassez de dinheiro nas mãos dos trabalhadores, fruto de grandes quedas na renda real desses trabalhadores e a concentração nas mãos dos grandes detentores do capital que possibilita a geração da mais-valia produzida pelos trabalhadores.
No Brasil essa crise que para muitos ainda está como uma “marola” não sabe – como é de praxe não saber – que há muito tempo se produz menos alimentos em detrimento à produção de etanol, soja, eucalipto, com isso a escassez elevou o preços de produtos como arroz e feijão. Multinacionais que empregam muitos trabalhadores num futuro próximo farão remessas de capitais para suas matrizes e a redução da produção com a diminuição do consumo a nível mundial trará consigo o desemprego em massa, como já ocorre nos paises da Ásia e para quem não sabe como nossos governantes aqui também já ocorre esse fenômeno.
Essa configuração no Brasil tem um fator complicador, o governo já sinalizou várias vezes que é favorável a eliminação de relações de trabalho, e com elas, a de direitos adquiridos pelos trabalhadores e essa seria a oportunidade que eles esperavam para concretizar os desejos dos grandes empresários – sim eles encontram oportunidades em crises, pena que não há oportunidades aos trabalhadores apenas a única saída! – Alegam que a escassez de emprego é devido à carga elevada na contratação formal, um grande engodo.
Mais uma vez o sistema capitalista mostra à humanidade sua face mais sinistra – concentração da riqueza, exploração desenfreada dos recursos naturais, segregação, barbárie - e sua superação se mostra cada vez mais necessária. O fim desse modo de produção para o socialista precisa ser esclarecido de modo não terrorista como fazem muitos governos e suas mídias, pondo em estado de hipnose os trabalhadores para que possam obedecer aos seus comandos.
O ano de 2008 ficou marcado pelo surgimento de uma crise econômica mundial sem precedentes – típica do sistema capitalista – para ser enfrentada nos anos seguintes. Mais do que uma previsão ou “vidência” que muitos economistas a serviço do mercado de capital tentam passar à Karl Max, não sabem eles que crises são inerentes ao sistema dependente de especulações. Mais do que coincidência após oitenta anos da crise de 1929 também advindas do berço do capitalismo, os Estados Unidos, a crise econômica mundial de 2009 será um novo marco da ordem econômica.
Os economistas capitalistas torcem a cada instante que ocorra a mutação necessária do capitalismo, mas eles próprios não saberiam indicar qual é o resultado dessa nova mutação, isso é o que os deixa atônitos e sem alternativas a não especular o que poderá acontecer amanhã.
Mais uma vez vemos o estado tendo o papel de aplicar remédios paliativos para contornar os efeitos da crise, através do socorro a bancos, grandes empresas através de liberação de recursos ou de concordatas agendadas para reduzir seu impacto numa economia já tão frágil.
Não é meramente uma falta de recursos (dinheiro) para investimentos que está acontecendo no momento como querem passar os governos desses paises, mas sim uma superprodução de bens e uma falsa riqueza através de especulações. A escassez de dinheiro nas mãos dos trabalhadores, fruto de grandes quedas na renda real desses trabalhadores e a concentração nas mãos dos grandes detentores do capital que possibilita a geração da mais-valia produzida pelos trabalhadores.
No Brasil essa crise que para muitos ainda está como uma “marola” não sabe – como é de praxe não saber – que há muito tempo se produz menos alimentos em detrimento à produção de etanol, soja, eucalipto, com isso a escassez elevou o preços de produtos como arroz e feijão. Multinacionais que empregam muitos trabalhadores num futuro próximo farão remessas de capitais para suas matrizes e a redução da produção com a diminuição do consumo a nível mundial trará consigo o desemprego em massa, como já ocorre nos paises da Ásia e para quem não sabe como nossos governantes aqui também já ocorre esse fenômeno.
Essa configuração no Brasil tem um fator complicador, o governo já sinalizou várias vezes que é favorável a eliminação de relações de trabalho, e com elas, a de direitos adquiridos pelos trabalhadores e essa seria a oportunidade que eles esperavam para concretizar os desejos dos grandes empresários – sim eles encontram oportunidades em crises, pena que não há oportunidades aos trabalhadores apenas a única saída! – Alegam que a escassez de emprego é devido à carga elevada na contratação formal, um grande engodo.
Mais uma vez o sistema capitalista mostra à humanidade sua face mais sinistra – concentração da riqueza, exploração desenfreada dos recursos naturais, segregação, barbárie - e sua superação se mostra cada vez mais necessária. O fim desse modo de produção para o socialista precisa ser esclarecido de modo não terrorista como fazem muitos governos e suas mídias, pondo em estado de hipnose os trabalhadores para que possam obedecer aos seus comandos.

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