
quarta-feira, 6 de maio de 2009
IMPERATRIZ, CAOS NO TRÂNSITO.
A falta de estrutura viária urbana em Imperatriz, um sistema precário de transporte público são fatos que deixam no “salve-se quem puder” na disputa no transito e nos espaços de estacionamentos para carros e motos.
Juntos a esses fatores, uma maciça propaganda consumista por veículos resulta no que hoje é “transitar” pelo centro comercial da cidade. Medida paliativa de colocar semáforos em quarteirões que não passam de sessenta metros está causando um transtorno (congestionamentos) ainda maior. Não precisa ser especialista para constatar nem para encontrar soluções que reduza o streess para quem nele transita, melhor seria conciliar conhecimento técnico com vontade política.
As grandes cidades do “primeiro mundo” e/ou desenvolvidas andam na contramão dos incentivos do uso de veiculo automotores de forma individual. Investindo pesado no transporte de massas a exemplo dos trens e metrôs e com incentivo do uso de veículos que consomem menos combustíveis ou até mesmo movidos pela força humana (bicicleta, patinetes, patins etc) como forma de locomoção entre o trabalha e as residências dos trabalhadores.
As medidas adotadas até agora mostram que não adianta instalar semáforos em todos os quarteirões, até porque não ultrapassam a sessenta metros, deixa as vias congestionadas de semáforo a semáforo quando passam para o sinal vermelho; Mudanças de sentido de via deixam confusos os condutores e elevam o número de colisões, principalmente nos cruzamentos onde o fluxo já é saturado; Implementar vias de “mão” única nas vias mais “conservadas” dificulta ainda mais o fluxo nas ruas já tão deterioradas pela baixa qualidade do asfalto quando existem.
Muitos são os prejuízos com o grande fluxo de veículos, um que quase ninguém põe na conta é a poluição do meio ambiente através da queima de combustíveis que tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico), aumentando os casos de doenças respiratórias aos que transitam pelo centro da cidade entre outros problemas. Mas não vamos ficar apenas elencando os problemas, sugerir algumas medidas para contribuir na melhoria e no fluxo de veículos é nosso papel.
Medidas administrativas e educativas a um curto prazo são urgentes para que a problemática do tráfego não se complique ainda mais. O primeiro delas é um transporte coletivo público com conforto, pontualidade e valor baixo além de abrigos com cobertura e segurança aos trabalhadores que se utilizarem desse serviço. Aumento do horário de funcionamento para no mínimo até à meia noite e liberação de cotas e dias de uso do passe inclusive domingos e feriados, passe-livre aos estudantes.
Criação de ciclovias para os que se utilizam desse meio de transporte e de outros como patins, patinetes, skates como meio de transporte não poluidores. Campanha para o incentivo desses meios não poluidores como meio de transporte para seus locais de trabalho.
Contratação de mais agentes de trânsito para auxiliar na harmonia do tráfego da cidade. Além de uma campanha massiva de educação no trânsito para pedestres e condutores com o objetivo imediato da diminuição do número de veículos nas ruas e por conseqüência diminuição da poluição do ar e sonora na área central da cidade.
Nos discursos os políticos pregam que Imperatriz é uma metrópole, mas omitem que não tem condições estruturais para tanto. É necessário e urgente planejar e reestruturar nossa cidade para comportar o desenvolvimento que buscamos e o bem estar a nossos trabalhadores.
A falta de estrutura viária urbana em Imperatriz, um sistema precário de transporte público são fatos que deixam no “salve-se quem puder” na disputa no transito e nos espaços de estacionamentos para carros e motos.
Juntos a esses fatores, uma maciça propaganda consumista por veículos resulta no que hoje é “transitar” pelo centro comercial da cidade. Medida paliativa de colocar semáforos em quarteirões que não passam de sessenta metros está causando um transtorno (congestionamentos) ainda maior. Não precisa ser especialista para constatar nem para encontrar soluções que reduza o streess para quem nele transita, melhor seria conciliar conhecimento técnico com vontade política.
As grandes cidades do “primeiro mundo” e/ou desenvolvidas andam na contramão dos incentivos do uso de veiculo automotores de forma individual. Investindo pesado no transporte de massas a exemplo dos trens e metrôs e com incentivo do uso de veículos que consomem menos combustíveis ou até mesmo movidos pela força humana (bicicleta, patinetes, patins etc) como forma de locomoção entre o trabalha e as residências dos trabalhadores.
As medidas adotadas até agora mostram que não adianta instalar semáforos em todos os quarteirões, até porque não ultrapassam a sessenta metros, deixa as vias congestionadas de semáforo a semáforo quando passam para o sinal vermelho; Mudanças de sentido de via deixam confusos os condutores e elevam o número de colisões, principalmente nos cruzamentos onde o fluxo já é saturado; Implementar vias de “mão” única nas vias mais “conservadas” dificulta ainda mais o fluxo nas ruas já tão deterioradas pela baixa qualidade do asfalto quando existem.
Muitos são os prejuízos com o grande fluxo de veículos, um que quase ninguém põe na conta é a poluição do meio ambiente através da queima de combustíveis que tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico), aumentando os casos de doenças respiratórias aos que transitam pelo centro da cidade entre outros problemas. Mas não vamos ficar apenas elencando os problemas, sugerir algumas medidas para contribuir na melhoria e no fluxo de veículos é nosso papel.
Medidas administrativas e educativas a um curto prazo são urgentes para que a problemática do tráfego não se complique ainda mais. O primeiro delas é um transporte coletivo público com conforto, pontualidade e valor baixo além de abrigos com cobertura e segurança aos trabalhadores que se utilizarem desse serviço. Aumento do horário de funcionamento para no mínimo até à meia noite e liberação de cotas e dias de uso do passe inclusive domingos e feriados, passe-livre aos estudantes.
Criação de ciclovias para os que se utilizam desse meio de transporte e de outros como patins, patinetes, skates como meio de transporte não poluidores. Campanha para o incentivo desses meios não poluidores como meio de transporte para seus locais de trabalho.
Contratação de mais agentes de trânsito para auxiliar na harmonia do tráfego da cidade. Além de uma campanha massiva de educação no trânsito para pedestres e condutores com o objetivo imediato da diminuição do número de veículos nas ruas e por conseqüência diminuição da poluição do ar e sonora na área central da cidade.
Nos discursos os políticos pregam que Imperatriz é uma metrópole, mas omitem que não tem condições estruturais para tanto. É necessário e urgente planejar e reestruturar nossa cidade para comportar o desenvolvimento que buscamos e o bem estar a nossos trabalhadores.
Wilson Leite - Pres. do Psol-Itz
terça-feira, 5 de maio de 2009
BABÁ EM VISITA À IMPERATRIZ
Em visita a Imperatriz o membro da Direção Nacional do PSOL, Babá, teve uma programação cheia de entrevistas na mídia local, reuniões e conversas com dirigentes do PSOL de Imperatriz além de proferir palestra a estudantes da UEMA/CESI na noite de segunda (04/05).
Os dirigentes aproveitaram a presença e gravaram material áudio/visual com o camarada onde foi questionado sobre vários temas, tendo como destaque: a organização e preparação para os encontros municipais com o objetivo da participação ativa da militância no II Congresso Nacional do PSOL, a importância de Imperatriz ter candidatos ao pleito de 2010, levar ao debate da população a discussão da suspensão do pagamento da dívida externa além lançar na palestra com os estudantes da UEMA a tarefa do PSOL de Imperatriz em iniciar uma campanha com o objetivo da implantação de uma universidade – seja estadual, federal ou inter-estadual – em Imperatriz.
Babá declarou que gostou do que viu a nível de organização partidária e dos quadros dos militantes, após declaração do presidente do diretório Municipal que disse: “Nos mantemos independentes financeiramente da direção Nacional, mais unificados no programa partidário em busca de um partido consolidado e com interlocução constante no meio dos trabalhadores para juntos construirmos a cada dia essa nova alternativa de esquerda junto com os camaradas de todo o Brasil”.
Os dirigentes aproveitaram a presença e gravaram material áudio/visual com o camarada onde foi questionado sobre vários temas, tendo como destaque: a organização e preparação para os encontros municipais com o objetivo da participação ativa da militância no II Congresso Nacional do PSOL, a importância de Imperatriz ter candidatos ao pleito de 2010, levar ao debate da população a discussão da suspensão do pagamento da dívida externa além lançar na palestra com os estudantes da UEMA a tarefa do PSOL de Imperatriz em iniciar uma campanha com o objetivo da implantação de uma universidade – seja estadual, federal ou inter-estadual – em Imperatriz.
Babá declarou que gostou do que viu a nível de organização partidária e dos quadros dos militantes, após declaração do presidente do diretório Municipal que disse: “Nos mantemos independentes financeiramente da direção Nacional, mais unificados no programa partidário em busca de um partido consolidado e com interlocução constante no meio dos trabalhadores para juntos construirmos a cada dia essa nova alternativa de esquerda junto com os camaradas de todo o Brasil”.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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