segunda-feira, 24 de agosto de 2009


ISSO É COERÊNCIA


Como esperava as bases do partido, o II Congresso aprovou resoluções importantes para a ação dos militantes e da direção do partido, como por exemplo, questões sobre o pré-sal, relacionadas à Amazônia e a elaboração de um programa a ser apresentado ao povo brasileiro, só depois, em instancia própria (Conferencia Eleitoral, marcada para outubro) o partido escolherá o nome e a tática eleitoral.

No processo eleitoral para a direção do Psol três chapas concorreram, Heloísa Helena foi reconduzida ao cargo de presidente do partido para mais um período. Outro fator importante foi o consenso na unidade das correntes internas nas tarefas que o partido terá, principalmente seu enraizamento nos movimentos sociais e nas lutas dos trabalhadores do campo e da cidade.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

II CONGRESSO NACIONAL DO PSOL

Seguiu ontem a noite à São Paulo o militante Carlos Lopes para participar das discussões no II Congresso Nacional do Psol. Com a tarefa de deixar a militância de Imperatriz informada dos bastidores do congresso e trazer suas observações acerca dos caminhos percorridos e que serão percorridos pelo partido além da escolha da nova direção nacional.

Com uma evolução na organização do evento, esse II Congresso terá a participação de 500 delegados escolhidos entre mais de 11 mil militantes que participaram de plenárias municipais e estaduais. Um exemplo de participação ativa dos militantes de todo o Brasil.

Para acompanha o evento qualquer internauta pode acessar o site www.psol.org.br ou por esse blog.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

II Congresso Estadual do PSOL/MA termina com um saldo qualitativo.

Mesmo com o acirramento nos debates em pontos como concepção de partido o II Congresso Estadual do PSOL/MA mostrou durante as apresentações de teses e resoluções um amadurecimento de sua militância acerca do projeto que o partido tem junto aos trabalhadores.

Durante os dois dias se viu o interesse e a participação dos representantes eleitos nas diversas plenárias que antecederam o congresso que teve além dos objetivos de debate ideológico, escolha de nova direção e eleição dos cinco delegados que representarão o Maranhão do II Congresso Nacional do PSOL nos dias 21, 22 e 23 deste mês. Destacando-se também a representatividade crescente do PSOL/MA nas discussões nacionais.

A nova diretoria encabeçada pelo militante Rogério Costa terá a tarefa de aumentar ainda mais a participação do partido nos municípios, nos movimentos sociais do campo e da cidade sempre com a consciência de não vender falsas ilusões aos trabalhadores do Maranhão.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Congresso Estadual do PSOL/MA

Mais um momento importante para o PSOL do Maranhão e sua militância, um momento de avaliação das ações e o planejamento dos passos futuros com o objetivo de unificar os trabalhadores em volta de um projeto socialista, com coerência e luta.

É nesse intuito que os militantes colocam suas avaliações e reflexões do faturo em documentos (Teses) a serem discutidas, e assim, determinar um novo projeto de Brasil para os trabalhadores sem esquecer da importância de sua participação.

Com os seguintes títulos:

TESE 1: CONSTRUIR UM PARTIDO REVOLUCIONÁRIO COMO INSTRUMENTO DE RUPTURA, inscrita pelo CAMPO DOS INDEPENDENTES;

TESE 2: ALTERNATIVA DE PODER NO MARANHÃO, CONSTRUIDA POR UM PARTIDO ENRAIZADO NA LUTAS DOS POVOS E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, inscrita pelo Campo formado pelas TENDÊNCIAS APS E ENLACE; e

TESE 3: PSOL MILITANTE, CLASSISTA E DEMOCRÁTICO: COMBATER AS OLIGARQUIAS E OS PATRÕES É TAREFA DA MILITÂNCIA COMBATIVA, inscrita pela TENDÊNCIA CST.

Além das três teses inscritas, um quarto documento foi enviado, sob a especificação de Carta-Manifesto com o título: PSOL DE ESQUERDA, COERENTE, SEM AS ILUSÕES BURGUESAS, inscrita por filiados do NÚCLEO TECENDO O SOCIALISMO.

Os documentos estarão disponíveis na integra no site do PSOL-MA www.psolma.org.br

quarta-feira, 22 de julho de 2009

B.2. PT e o Governo Lula: aliança para a traição

6 – No bojo da crise e da política surge o PT e Lula. Desde a década de 80 o PT se firma como um partido dos trabalhadores, surgido das lutas operárias do ABC paulista por melhores condições de vida, trabalho e salário. A contradição dos interesses do operariado com os patrões, especialmente a direção das “multinacionais” (as grandes corporações alemãs, VW e Mercedes Benz e as corporações norte-americanas, FORD e General Motors, aliados a estes a burguesia “nacional” proprietária da indústria de autopeças.), faz entrar em cena forte repressão da Ditadura. Representado as “multinacionais”, a Ditadura militar reprime violentamente o movimento reivindicatório do operariado, intervém no sindicato, prende lideranças, incluindo aí o próprio Lula. Neste embate e já em uma fase onde a ditadura não tinha mais resposta para graves problemas econômica sentidos pela população, a luta pela democracia ganha força, mobilizando milhões na luta pelas Diretas Já. Tancredo Neves é eleito presidente de forma indireta pelo Congresso. Com a morte de Tancredo assume a presidência em 1985 o oligarca e tradicional aliado da Ditadura Militar, José Sarney. Vencida a repressão direta da burguesia tendo como representante a Ditadura Militar, inicia o período clássico da democracia burguesa, onde em 1990 assume a presidência Fernando Collor de Melo eleito através de eleições diretas.

7 – A eleição de Lula em 2002 marca o sonho da esquerda revolucionária que enfrentou em armas a ditadura militar, a postura do operariado do ABC que se mobilizou por melhores condições de vida, salário e direitos trabalhistas, o anseio do movimento estudantil que liderou várias mobilizações por democracia e melhores condições do ensino no país, a postura firme de amplos setores da Igreja católica que se mobilizaram contra as injustiças sociais e por democracia e tantos outros setores da sociedade, camadas médias, mesmo setores da burguesia, que aspiravam a democracia diante da crise e da barbárie da ditadura militar.

8 -Para ser eleito em 2002, a direção nacional do PT e Lula selaram compromissos com a burguesia, incluído aí oligarcas como Sarney no Maranhão. A carta ao “ povo brasileiro” já manifestava estes compromissos e a política adotada ao assumir o governo comprovou o sentido do governo Lula. Dar continuidade ao projeto FHC, mantendo os compromissos com o capital financeiro, o agronegócio, a oligarquia e o conjunto da burguesia nacional.

9 – O governo Lula manteve as altas taxas de juros, deu continuidade aos planos de privatização de FHC, promoveu a reforma da previdência aumentando o prazo para os trabalhadores se aposentarem, definiu o plano de sucateamento do ensino público e salvação das escolas privadas como o Prouni. Seu governou se enveredou pelos rumos da corrupção como no caso “mensalão”. Sua política econômica atende plenamente aos interesses da burguesia. Como contrapartida, expandiu o Bolsa Família, amenizando a reação à sua política de aliança com o grande capital. Atrelou entidades antes combativas, como a CUT e a UNE, reduzindo-as a correia de transmissão de sua política de conciliação com a burguesia.
(texto extraído da tese 1 ao II congresso Estadual do PSOL/MA em www.psolma.gov.br)

terça-feira, 14 de julho de 2009

PELA IMEDIATA INSTALAÇÃO DA CPI DA MÁFIA DO SENADO
O país assiste estarrecido a mais um escândalo. Agora é o Senado Federal que tem sido palco de maracutaias, atos secretos, apadrinhamento político e todo tipo de desvios e malversação do dinheiro público.
Este escândalo acontece em meio à maior crise econômica das últimas décadas, quando a população está apreensiva quanto ao futuro, às suas condições de trabalho e renda e milhões vivem sob a triste realidade do desemprego.
O PSOL defende a mais ampla e completa investigação sobre a máfia que tomou conta do Senado. Todos os atos secretos, contratos, nomeações, terceirizações, contas paralelas e outros negócios escusos praticados naquela Casa nos últimos anos precisam ser rigorosamente apurados e os responsáveis punidos.
Não é possível aceitar mais este escândalo. Não é possível aceitar que o Presidente do Senado, José Sarney, seja protegido pela maioria dos seus pares, a quem não interessa que haja investigação.
Sarney declarou que a crise é do Senado e não dele. Mas Sarney encarna a própria crise e não tem condições morais de continuar à frente daquela instituição. Sarney representa as oligarquias regionais, o coronelismo – aquilo que no passado se aliou à ditadura e hoje representa o fisiologismo –, o que há de mais atrasado e truculento na política brasileira.
O senador do PSOL José Nery já está colhendo assinaturas pela instalação de uma CPI para investigar a Máfia do Senado e os atos secretos. Entendemos que só uma CPI, com plenos poderes de investigação, pode ser o instrumento capaz de apurar as falcatruas e punir os responsáveis. Outros meios, como sindicância ou investigação externa, correm o risco de serem barrados por aqueles que querem fazer vistas grossas aos problemas e esconder a sujeira pra debaixo do tapete. O PSOL entrou também com uma representação no Conselho de Ética contra Sarney e outros senadores envolvidos em casos de corrupção.
Para que haja apuração de fato do ocorrido e os responsáveis sejam punidos é necessária pressão popular. Só com a manifestação da indignação de milhões será possível promover as mudanças necessárias na política brasileira. Só desta forma é possível combater a corrupção no governo federal, no governo estadual (caso Rosário, pontes que não levam a nenhum lugar, nepotismo, monopólio, fraudes na compra de produtos hospitalares etc) e no Legislativo.
Entendemos também que o combate à corrupção deve se estender aos grandes mecanismos que transferem dinheiro público aos banqueiros, especuladores e agiotas. Por isso, defendemos a instalação imediata da CPI da Dívida Pública. Esta CPI está pronta para ser instalada, esperando apenas a indicação de todos os partidos para começar a funcionar na Câmara dos Deputados.
Diante dos escândalos que se sucedem no país, cai a popularidade do Parlamento e aumenta o descrédito nas instituições democráticas. Este é um risco muito grave, ao qual todos devemos estar alertas. Interessa ao Poder Executivo, no caso ao governo Lula, e principalmente ao poder econômico e à grande mídia que o Parlamento esteja desacreditado. Assim fica mais fácil aprovar leis que atendam aos interesses dos grandes grupos econômicos.
O PSOL entende que a democracia é uma conquista do povo brasileiro e deve ser incontestavelmente defendida. Cabe punir os corruptos, combater os privilégios e as tentativas de afastar o povo da vida política do país, e lutar por meios que promovam a participação popular e o controle público sobre as instituições democráticas. Por isso, o PSOL defende o financiamento público de campanhas e a adoção de mecanismos que de fato assegurem condições mais igualitárias nas disputas eleitorais e ajudem a combater as fontes de corrupção e a promiscuidade dos partidos e candidatos com o poder econômico. Defende também a adoção de formas mais amplas de participação como plebiscitos e referendos.
É o momento de uma campanha pelo Fora Sarney e pela CPI Já ganhar as ruas do nosso país. Que os corruptos paguem por seus atos e que os cofres públicos sejam ressarcidos.
ATO FORA SARNEY E TODOS OS CORRUPTOS.


O PSOL de imperatriz realizou no ultimo dia 10 de junho, na Praça de Fátima, o primeiro ATO PÚBLICO em Imperatriz que pede a saída de Sarney e de todos os políticos corruptos da vida pública.

O ato foi ao som da música de Gabriel o Pensandor, “Pega Ladrão”, discursos de militantes do PSOL: Carlos Leen, Cláudio Santos, Hilário, Wilson Leite; e contou com a presença de estudantes da UEMA/CESI e UFMA.

Durante o ato, transeuntes tinham à sua disposição uma urna que pedia o “FORA SARNEY!”. Os votos simbólicos eram registrados através de fotografias que se encontram disponíveis no blog: www.forasarneys.blugspot.com.

A votação simbólica continuará percorrendo pontos da cidade em busca do registro dos trabalhadores que na busca pela sobrevivência não têm a possibilidade de externar sua insatisfação e seu protesto em atos que coincidem com o horário de trabalho.

Os militantes do PSOL programarão outros atos pela cidade até que José Sarney renuncie e continuará até que todos os corruptos da política saiam da vida pública.