domingo, 24 de maio de 2009




quarta-feira, 6 de maio de 2009

IMPERATRIZ, CAOS NO TRÂNSITO.

A falta de estrutura viária urbana em Imperatriz, um sistema precário de transporte público são fatos que deixam no “salve-se quem puder” na disputa no transito e nos espaços de estacionamentos para carros e motos.
Juntos a esses fatores, uma maciça propaganda consumista por veículos resulta no que hoje é “transitar” pelo centro comercial da cidade. Medida paliativa de colocar semáforos em quarteirões que não passam de sessenta metros está causando um transtorno (congestionamentos) ainda maior. Não precisa ser especialista para constatar nem para encontrar soluções que reduza o streess para quem nele transita, melhor seria conciliar conhecimento técnico com vontade política.
As grandes cidades do “primeiro mundo” e/ou desenvolvidas andam na contramão dos incentivos do uso de veiculo automotores de forma individual. Investindo pesado no transporte de massas a exemplo dos trens e metrôs e com incentivo do uso de veículos que consomem menos combustíveis ou até mesmo movidos pela força humana (bicicleta, patinetes, patins etc) como forma de locomoção entre o trabalha e as residências dos trabalhadores.
As medidas adotadas até agora mostram que não adianta instalar semáforos em todos os quarteirões, até porque não ultrapassam a sessenta metros, deixa as vias congestionadas de semáforo a semáforo quando passam para o sinal vermelho; Mudanças de sentido de via deixam confusos os condutores e elevam o número de colisões, principalmente nos cruzamentos onde o fluxo já é saturado; Implementar vias de “mão” única nas vias mais “conservadas” dificulta ainda mais o fluxo nas ruas já tão deterioradas pela baixa qualidade do asfalto quando existem.
Muitos são os prejuízos com o grande fluxo de veículos, um que quase ninguém põe na conta é a poluição do meio ambiente através da queima de combustíveis que tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico), aumentando os casos de doenças respiratórias aos que transitam pelo centro da cidade entre outros problemas. Mas não vamos ficar apenas elencando os problemas, sugerir algumas medidas para contribuir na melhoria e no fluxo de veículos é nosso papel.
Medidas administrativas e educativas a um curto prazo são urgentes para que a problemática do tráfego não se complique ainda mais. O primeiro delas é um transporte coletivo público com conforto, pontualidade e valor baixo além de abrigos com cobertura e segurança aos trabalhadores que se utilizarem desse serviço. Aumento do horário de funcionamento para no mínimo até à meia noite e liberação de cotas e dias de uso do passe inclusive domingos e feriados, passe-livre aos estudantes.
Criação de ciclovias para os que se utilizam desse meio de transporte e de outros como patins, patinetes, skates como meio de transporte não poluidores. Campanha para o incentivo desses meios não poluidores como meio de transporte para seus locais de trabalho.
Contratação de mais agentes de trânsito para auxiliar na harmonia do tráfego da cidade. Além de uma campanha massiva de educação no trânsito para pedestres e condutores com o objetivo imediato da diminuição do número de veículos nas ruas e por conseqüência diminuição da poluição do ar e sonora na área central da cidade.
Nos discursos os políticos pregam que Imperatriz é uma metrópole, mas omitem que não tem condições estruturais para tanto. É necessário e urgente planejar e reestruturar nossa cidade para comportar o desenvolvimento que buscamos e o bem estar a nossos trabalhadores.

Wilson Leite - Pres. do Psol-Itz

terça-feira, 5 de maio de 2009

BABÁ EM VISITA À IMPERATRIZ
Em visita a Imperatriz o membro da Direção Nacional do PSOL, Babá, teve uma programação cheia de entrevistas na mídia local, reuniões e conversas com dirigentes do PSOL de Imperatriz além de proferir palestra a estudantes da UEMA/CESI na noite de segunda (04/05).
Os dirigentes aproveitaram a presença e gravaram material áudio/visual com o camarada onde foi questionado sobre vários temas, tendo como destaque: a organização e preparação para os encontros municipais com o objetivo da participação ativa da militância no II Congresso Nacional do PSOL, a importância de Imperatriz ter candidatos ao pleito de 2010, levar ao debate da população a discussão da suspensão do pagamento da dívida externa além lançar na palestra com os estudantes da UEMA a tarefa do PSOL de Imperatriz em iniciar uma campanha com o objetivo da implantação de uma universidade – seja estadual, federal ou inter-estadual – em Imperatriz.
Babá declarou que gostou do que viu a nível de organização partidária e dos quadros dos militantes, após declaração do presidente do diretório Municipal que disse: “Nos mantemos independentes financeiramente da direção Nacional, mais unificados no programa partidário em busca de um partido consolidado e com interlocução constante no meio dos trabalhadores para juntos construirmos a cada dia essa nova alternativa de esquerda junto com os camaradas de todo o Brasil”.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sem Terra são espancados no norte de Minas Gerais

terça-feira, 28 de abril de 2009

PSOL DE IMPERATRIZ EM MAIS UM FIM DE SEMANA DE DISCUSSÕES.
Em visita aos militantes de Imperatriz e região tocantinas nos dias 01, 02, 03 e 04 de maio o Membro do Diretório Nacional do Psol e ex-deputado Federal Babá terá uma longa agenda de discussões com a militancia, entre elas II Congresso Nacional do Psol, Eleições 2010, Crise do Capitalismo etc.
O Diretório Municipal realiza III Encontro Municipal do Psol de Imperatriz a se realizar no próximo domingo dia 03 de maio, a partir das 09h00 da manhão na sala do Diretório Muncipal do PSOL, que contará com a paticipação de Babá e outros representantes da região.
A agenda de Babá se encerrará com uma palestra aos estudantes do UEMA/CESI na segunda dia 04 às 19h00 no auditório Josias Moarais.

sábado, 14 de março de 2009

JACKSON E A CASSAÇÃO
A cena política maranhense continua dominada pelos mesmos grupos de sempre: pelas velhas e novas oligarquias . A eleição para o governo, em 2006, assistiu à repetição de roteiro conhecido: de um lado, a antiga oligarquia lutando com unhas e dentes – ao que se deve acrescentar muito dinheiro, compra de votos, abusos de toda sorte- e do outro o grupo dissidente (aliado de ontem na eleição para a prefeitura de São Luís, por exemplo) querendo se passar por “novidade”, por reformadores, por transformadores da vida política maranhense , ambos empenhados tão somente em obter o controle do aparelho do Estado - em especial do cofre do Estado – em benefício próprio. De um lado, o grupo Sarney; do outro, o grupo Jackson Lago.
Se os cofres estaduais foram usados sem limites ou pudores por Jackson e o ‘tesoureiro“ José Reinaldo (governador eleito pelo grupo Sarney exatamente contra Jackson Lago), Roseana Sarney não fez por menos: usou e abusou do dinheiro amealhado sabe-se lá como, traficou influência, mentiu, prometeu em vão, ajudou, enfim, a corromper o processo eleitoral a um grau máximo. Foi a eleição da fraude. Da fraude contra a vontade popular. Ambos os grupos, na verdade, cassaram a vontade popular. Os verdadeiros cassados em tudo isso foram os maranhenses . Processo vicioso, aproveitaram-se, os velhos e os novos oligarcas, como sempre fazem, da pobreza e até mesmo da miséria, para, mais uma vez, violentar a soberania dos nossos conterrâneos. São inúmeros os casos, muitos deles documentados, das mais escancaradas violações não só da legislação específica eleitoral quanto dos mais elementares princípios de decência. Por ambos os lados. Se Jackson já foi expurgado da chefia do executivo estadual pela mais alta corte eleitoral do País, não merece Roseana tratamento diferente. Deverá ser impedida de assumir, em nome da decência. Fraudadora também, não pode beneficiar-se das ilegalidades cometidas, sob pena de o Maranhão vir a ser governado sem sombra de legitimidade.
Já em 2005 dizíamos que a disputa entre José Sarney com Roseana Murad, de um lado, contra José Reinaldo com Jackson, de outro, apenas repetia uma história de mais de seis décadas: a conhecida história das lutas intra-oligárquicas locais. O tempo só nos fez dar razão. Pilhado no Palácio dos Leões, Jackson reproduz, tintim por tintim, o receituário da política oligárquica e patrimonialista: cooptação dos indecisos, nepotismo deslavado, perseguição política e até mesmo funcional, violência policial, compadrio, troca de favores, fatiamento da administração pública, transformada em coisa privada, portanto, em patrimônio pessoal de alguns ao talante do governador. Até ao verniz de um trabalhismo caduco renuncia o governo do PDT. Está aí a greve dos professores estaduais, de todos os níveis, que durou mais de 100 dias, para confirmar nossas palavras. Que pediam os professores? Nada, absolutamente nada. Ou melhor: pediam para que o governo estadual não piorasse a situação da categoria, que respeitasse suas poucas conquistas que se pretendia subtrair ardilosamente com a política do subsídio. Tratados a ferro e fogo, foi necessário que o Supremo Tribunal Federal barrasse esse verdadeiro assalto aos mestres maranhenses. Estão aí os policiais, repetidamente enganados e ludibriados, tratados, eles sim, como bandidos. Este governo (como todos os governos oligarcas) destila ódio ao trabalhador, seja público seja privado, exatamente porque não representa os interesses dos que vivem do trabalho, mas do que se nutrem do sangue e do suor da maioria da população.
Maranhenses: da má árvore não pode sair o bom fruto. Da corrupção generalizada, praticada pelas diversas frações das oligarquias locais, só pode sair um governo ilegal e, mais importante, ilegítimo. Não podemos reconhecer nem em Jackson nem em Roseana a autoridade moral absolutamente indispensável para o exercício do poder no Estado. Jackson, José Reinaldo e seus apaniguados deveriam, para que a justiça fosse efetivamente feita, estar atrás das grades em vista dos crimes praticados e reconhecidos pelo TSE. E ainda não vai tão distante o caso Lunus, a que se juntam, dentre outros incidentes, as “movimentações financeiras atípicas” ocorridas às vésperas das eleições de 2006, no dizer da Polícia Federal, para que não mereça a Senadora Roseana outro tratamento que não aquele reservado, pelo Código Penal, a tais crimes.
Por tudo isso, não nos resta outro caminho se queremos, de fato, saber a vontade popular: a realização de novas eleições para governador, livre dos vícios que todos conhecemos. Nova eleição não só com todos os cuidados de segurança que a situação exige e a experiência reclama, como também com a presença de observadores externos e isentos, do País e de fora do País. São muitas as manhas dos poderosos. Mesmo acreditando que a Justiça Eleitoral pode cumprir e cumprir bem o seu papel, talvez por falta de meios as fraudes ocorreram impunemente sob suas vistas e do Ministério Público Eleitoral . A presença de observadores externos por certo inibirá a repetição do festival de ilegalidades que manchou indelevelmente o pleito de 2006.
NOVAS ELEIÇÕES JÁ
JACKSON, ROSEANA, NUNCA MAIS!
Partido Socialimo e Liberdade, Maranhão.

sábado, 7 de março de 2009


Uma homenagem a todas as mulheres lutadoras que buscam seus espaços nos locais de trabalho, nos movimentos sociais, na política e a todas as militantes que nos ajudam a construir o Partido Socialismo e Liberdade.


Wilson Leite
Presidente do Psol de Imperatriz