quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
PSOL E PCB DE IMPERATRIZ ABREM CANAL DE CONVERSAÇÃO
Lideranças do PSOL e PCB de Imperatriz participaram de uma conversa no último dia 05/02 para debater sobre a organização da esquerda e o processo eleitoral que se aproxima. Participaram da conversa representando o PSOL: Wilson Leite – Presidente Municipal do PSOL, Carlos Leen – Membro da Executiva Estadual, Carlos Lopes – Membro do Diretório Estadual e o recém filiado Eiderson(Cabecinha); Pelo PCB: Prof. Negreiros – Presidente Municipal do PCB, Paulo – militante do PCB e o pré-candidato à deputado Estadual pelo PCB o Diretor da Caema de Imperatriz, José Mesquita.
Novas conversas serão marcadas pra aprofundar a discussão entre as duas siglas partidárias em Imperatriz na busca por uma unificação das siglas PSOL, PCB e PSTU – frente formada em 2006 e proposta para
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
PSOL sobre negociações com a pré-candidatura de Marina Silva
- Considerando a resolução do recente Diretório Nacional do PSOL, definindo critérios para as negociações com a pré-candidatura de Marina Silva, e que estes critérios foram encaminhados em reunião da comissão do PSOL junto ao Partido Verde;
- Considerando que entre os critérios está a independência política da candidatura de Marina e a necessidade de enfrentar a polarização conservadora entre PT e PSDB;
- Considerando que para que esta independência se concretize, além da linha geral da campanha nacional, um dos critérios estabelecidos na proposta do PSOL foi a construção de palanques estaduais na disputa eleitoral de 2010 que não fossem ligados a estes dois blocos acima referido;
- Considerando que o PV estabeleceu uma coligação com o PSDB para as eleições no Rio de Janeiro e que esta política expressa, além de negar a independência dos palanques estaduais, indica uma decisão por não enfrentar a polarização conservadora no plano nacional;
A Executiva Nacional resolve:
- Considerar encerradas as negociações em torno do apoio do PSOL à candidatura do PV à presidência da República;
- Deliberar que o PSOL encaminhará os processos internos de construção de sua candidatura própria à presidência da República, organizando e preparando os debates entre os pré-candidatos nos mecanismos e instâncias partidárias.
Brasília//DF, 21 de janeiro de 2010.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
VITÓRIA DAS BASES
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
PSOL NA TELINHA
Será exibido nesta quinta-feira, 07 de janeiro - logo no primeiro intervalo do Jornal Nacional -, a propaganda eleitoral do Partido Socialismo e Liberdade em rede nacional de TV. O PSOL terá 10 minutos para fazer um relato das ações de seus parlamentares, fazer uma análise da crise econômica e ambiental do Brasil e do planeta.
Não percam!!!
sábado, 21 de novembro de 2009
As resoluções da Executiva Nacional do PSOL publicada no sítio do Partido dia 16 de outubro de 2009 é recheada de motivos para os militantes de base ficar de alerta.
Reflete o mesmo quadro já configurado no II Congresso realizado em São Paulo. Divergências profundas sobre os rumos da tática eleitoral e da ação política em sua totalidade.
Nestes poucos anos da dura batalha para construir o PSOL, Heloísa Helena cumpriu honrosamente o papel de liderança, assim como foi no Senado sua luta contra os perseguidores dos direitos dos aposentados e contra os corruptos de toda espécie.
Neste momento, Heloísa Helena entende que contribuirá mais como Senadora por Alagoas, com chance real de eleição, que como candidata a presidente. Apesar de discordar, somos obrigados a aceitar esta decisão. Mas este fato é “expressão de uma crise política na medida em que demonstra sua (do PSOL) incapacidade de resolver satisfatoriamente o nome que irá substituir o de Heloísa Helena e representar o PSOL em 2010”, afirma a resolução.
Além da conjuntura adversa, como bem constata a resolução, este impasse vira caos total quando “temos de um lado aqueles que entendem ser pertinente a adoção de uma tática eleitoral em torno de uma eventual aliança/apoio do PSOL com a candidatura Marina Silva...”.
Por que esta posição leva a um caos total?
Em primeiro lugar, Marina Silva tem uma trajetória militante, mas desde 2002, com a vitória eleitoral de Lula, foi fiel executora da inflexão política feita pelo PT cujos parâmetros estão na “Carta ao povo brasileiro” publicada por Lula em 22 de junho de 2002. “Aqui ganha toda a sua dimensão de uma política dirigida a valorizar o agronegocio e a agricultura familiar”. O agronegocio prospera, os usineiros são os “heróis” de Lula, os trabalhadores pobres do campo continuam sendo expulsos para a periferia das cidades e o processo da concentração da terra é crescente, conforme dados do próprio IBGE.
Desde que assumiu o Ministério de Meio Ambiente em janeiro de 2003 até sua renúncia em 13 de maio de 2008 foi conivente com o receituário neoliberal adotado por Lula: reforma da previdência; PROUNI; projeto de lei 4776/2005 para aluguel de parte da floresta amazônica para a iniciativa privada; liberação dos transgênicos, etc. Por não executar medidas concretas, seu discurso em defesa da ecologia caiu no vazio; de forma oportunista, todos são defensores da ecologia, mas de efetivo nada é realizado.
Ao escolher o Partido Verde para lançar sua candidatura, Marinha Silva não deixa dúvidas sobre seu projeto de conciliação de classes, apesar do linguajar rebuscado, se identificando com a demagogia. Este é um partido que se apresenta como salvador da humanidade, mas só presta serviços à burguesia. Sua prática política não deixa dúvidas: alianças com a oligarquia Sarney no Maranhão; apoio ao governo José Serra em São Paulo (PSDB); aliado de Blairo Maggi em Mato Grosso, apontado pelo GREENPEACE como a personalidade brasileira que mais contribuiu para a destruição da Amazônia; base aliada do presidente Lula, etc, etc, etc. Lembramos que foi o Partido Verde quem indicou o atual Ministro da Cultura, Juca Ferreira. É um partido que faz tudo para barganhar um cargo, não se importando com os princípios políticos e ideológicos.
A política de Marina Silva é convencer o capital a preservar a natureza; é querer desenvolvimento sustentável na sociedade onde o eixo central é o lucro. Será que ela acredita mesmo que esta magia é possível no reino do capitalismo?
Em segundo lugar, esta posição não só confunde o partido, mas representa mudança total na tática, deixando de lado a tarefa de ser o “guarda chuva dos socialistas”.
A confirmação desta possibilidade, que não concordamos, representará uma adesão completa à política de conciliação de classes, seguindo ainda em sua infância os passos que o PT adotou em sua fase adulta.
Não é para fortalecer este tipo de tática que militamos no PSOL.
Sabemos das dificuldades que enfrentamos na construção do PSOL. Não é fácil uma campanha de uma candidatura própria, mas sem sacrifício nunca pavimentaremos o terreno para construirmos uma sociedade socialista.
Temos que dar continuidade ao desafio de organização da classe trabalhadora, combater a pobreza e a concentração de renda. É necessário eliminar por vez a especulação financeira, o aumento da dívida pública que, com juros espoliadores, só beneficia o grande capital e o imperialismo, mantendo milhões de brasileiros quando muito no regime de minguada bolsa família.
Precisamos que o Estado destine pesados investimentos em setores estratégicos da economia, que as riquezas geradas pela exploração do petróleo e exploração dos minerais estejam completamente sob o controle dos trabalhadores e de toda a nação. Que o Estado invista pesado na modernização do campo e na democratização do uso da terra. Que a riqueza produzida seja canalizada para resolver definitivamente o problema da estrutura produtiva, da educação, da saúde, da moradia, do saneamento básico, do desenvolvimento científico, tecnológico e cultural.
A afirmação de uma política socialista, que aponte rumos para superar a exploração e a opressão é o sentido de nossa luta.
Pela sua história de luta e pelo respaldo que possui entre os trabalhadores, é Heloísa Helena que naturalmente representaria o PSOL nas eleições de 2010, como candidata à presidência. Na sua impossibilidade, vamos escolher um dos companheiros que colocam seus nomes à disposição. Vamos fazer todo esforço para encontrar um nome do partido que seja aceito por todos os militantes.
Não adianta construir partido onde só uma meia dúzia de líderes decide tudo. Vamos convocar as bases a assumir este desafio, vamos definir critérios democráticos e confiáveis para eleição de delegados e vamos transformar a Conferência Eleitoral em um verdadeiro Congresso do PSOL para aprovar o programa político e escolher o candidato a presidente.
Saudações Socialistas
Diretório Municipal de Imperatriz
Cicero Nunes - Executiva Estadual
Carlos Leen - Executiva Estaudl
Carlos Lopes - Diretório Estadual
Homete Vieira - Diretório Estadual
Cleumir Pereira - Diretório Estadual
Wilson Leite - Pres. do PSOL de Imperatriz
Emanuel Chaves - Militante de Imperatriz
Wellyngton Chaves - Militante de Imperatriz
Felix Lima - Militante de Imperatriz
Jaime Rabelo - Militante de Imperatriz
Antonio Guimaraes - Militante de Imperatriz
Jucely Alves - Militante de Imperatriz
Jean Aparecido - Militante de Imperatriz
Hilário Barbosa – Militante de Imperatriz
Tendo vivido a experiência da participação direta na “disputa” eleitoral nos anos de 2006 e 2008 e a aproximação do pleito de 2010 no qual temos a tarefa de mais uma vez propagar propostas mais definidas para tirar nosso maranhão do atraso continuar na defesa ideológica da alternativa socialista à classe trabalhadora.
Tenho refletido muito na forma que precisaríamos ocupar este espaço, que será de aproximadamente 1min e 45 segundos, mas que nos traga um saldo positivo no que diz respeito ao reconhecimento dos pares de nossa classe aos nomes que venham a cumprir este papel.
Identificar um tema foco, direcionado ao perfil dos nomes na disputa – aos cargos de senador, deputado federal e estadual -, se mostra a estratégia mais racional. Cada um focalizando num tema necessário de discussão aos maranhenses, extraído de um plano de PODER DA CLASSE TRABALHADORA AOS MARANHENSES e concentrados na figura do candidato maior da legenda, o Governador.
A aliança com o PSTU é de essencial importância, pois demonstrará uma maturidade do partido e a demonstração aos de esquerda autênticos, que por ventura estejam em siglas já abraçadas pelo capital, mas que pessoalmente não concordam com tal, desde que reconheçam que só se juntando àqueles que não acreditam no reformismo como a saída para os maranhenses.
Os militantes que possam vir defender alianças com partidos reconhecidamente de direita – como o PV e outras siglas nanicas moralmente – com o argumento que seria nossa saída do “isolamento” – para mim é pressa de pôr em prática seu desejo intimo de estar de braços dados ao poder de direita. Esse tipo saída não fará parte da defesa de partido que defendi até hoje.
Defendemos a idéias de uma discussão profunda em apresentarmos todos os nomes do partido nessa tarefa, para deixar claro aos militantes que é neste momento – o de construção – que mais o partido necessita da dedicação de seus filiados e que os frutos da dedicação dos mesmos sejam reconhecidos por todos.
Em Imperatriz vejo a repetição, mais uma vez, da omissão de valorosos militantes por questões familiares e/ou profissionais, como se no capitalismo um dia terão tal conforto, e quando este dia chegar terão um resultado eleitoral expressivo. Enquanto isso projetos pessoais se incorporam no seio do partido, como se aquele que vem com esse projeto fique após ver o resultado nas urnas.
A questão econômica deve ser nosso único obstáculo, mas com um planejamento dessa militância articulada superemo-lo para que tenhamos alcançado nosso objetivo maior – formarmos uma vanguarda de esquerda com a participação dos trabalhadores em todos os 217 municípios de nosso estado.
Wilson Leite
Trabalhador Assalariado
Presidente do PSOL de Imperatriz

