sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Desmatamento cresce na região amazônica; Mato Grosso "lidera"

Por Redação [Quinta-Feira, 24 de Janeiro de 2008 às 12:28hs]

Dados preliminares divulgados na quarta-feira, 23, pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam um desmatamento na região amazônica de 3.235 quilômetros quadrados entre agosto e dezembro de 2007, o equivalente a cerca de 320 mil campos de futebol, o maior já apurado pelo órgão.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, considera alarmante o crescimento, ainda que não seja possível estabelecer as proporções do avanço, por falta de dados confiáveis de períodos anteriores. “O governo não quer pagar para ver. Não vamos aguardar a sorte, e sim, trabalhar para fazer frente a esse processo”, disse a ministra.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou reunião de emergência entre ministros para discutir medidas a se tomar para conter o desmatamento.

A lista dos 30 municípios onde ocorre mais devastação deve ser divulgada nesta sexta-feira, 25. O estado com mais quilômetros quadrados de mata derrubada no período é Mato Grosso, com 1.786.

Entre as causas para o aumento, Marina citou a seca prolongada e uma possível influência do avanço da produção de soja e da pecuária nas regiões. Ela evitou responsabilizar diretamente as atividades econômicas, mas ao lembrar que a carne e a soja estão com preços internacionais favoráveis.

Com Agência Brasil

sábado, 12 de janeiro de 2008

BRIGA DE “CÃO” E “GATO” NO MARANHÃO

Temos visto nos meses que sucederam a “libertação” do poder executivo estadual uma verdadeira briga entre dois meios de comunicação: sistema mirante (blogs) e jornal Pequeno, um conhecido e reconhecido defensor do clã sarney e outro comprado para contrapor o outro.

Mais uma vez o poder econômico-ideologico das mídias exercido na grande massa deixa atônita qualquer pensamento crítico do povo maranhense. A dita “imparcialidade” pregado pelos meios de comunicação cai por terra a cada inicio de um telejornal, leitura de uma matéria, comentário de um jornalista. Facilmente perceptível de que lado da “corda” eles se encontram, o mais interessante – facilmente podem mudar sua opinião, basta uma negociação financeira.

Esse é o atual perfil da mídia, desprovidas de ética empresarial, profissional moral e pessoal; toma e deixa ser tomado por promoções pessoais de “autoridade políticas” sem nenhum constrangimento. E por sua vez, essas mesmas personalidades usam poder da máquina pública para manter o máximo de persuasão no máximo de meios possíveis.

Na verdade o atual governo usa as mesmas táticas da oligarquia Sarney que é: manter o povo informado dos fatos que o interessa, mas ao subestimar que os meios da oligarquia hoje fora do poder ficariam estáticos é muita ingenuidade.

Fora desta briga de “cão” e “gato” dos meios de comunicação está a população maranhense dividida entre apoiar o “cão” ou o “gato”. O fato é que deviam analisar envolta e tirar suas próprias conclusões: 40 anos de um oligarquia sarney o que o maranhão conseguiu? 13 meses de clã Jackson Lago e sua “libertação” estão trazendo? Na verdade nada de diferente: inchou a máquina do estado para acolher seus aliados que serve para propagar o discurso do governo e que a mídia em seu controle diz. Problemas nas áreas de saúde, educação e principalmente a segurança se aprofundam.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Uma experiência na I Plenária da Via Campesina – Brasil

Uma experiência na I Plenária da Via Campesina – Brasil.
(Carlos Leen Santiago) *

Faltando exatamente um dia para que se inicie a I Plenária da Via Campesina - Brasil, é que consigo confirmar minha ida, estou indo com uma dupla responsabilidade: representar o movimento estudantil da UEMA e fornecer um relatório que por hora se faz lido em partes neste texto.O evento aconteceu, entre os dias 27 a 30 de novembro, na Arquidiocese Dom Fernando, um centro de estudos muito arborizado e com ares de semi-internato, no coração de Goiânia.
Nossa chegada se dá às dez da manhã de segunda-feira e logo somos remanejados para o cadastramento e alojamentos; viajam comigo varias figuras e representantes de movimentos sociais entre eles: MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), PJR (Pastoral da Juventude Rural) MMC (Movimento de Mulheres Camponesas) CPT (Comissão Pastoral da Terra) e lógico MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), entre outros. Todos ali com o mesmo o intuito: discutir o avanço do agronegocio sobre a soberania alimentar dos povos e debater um projeto alternativo para o Brasil no que diz respeito a cultura, educação e renda. Alem disso discutir também as propostas sobre a compreensão sócio política que os trabalhadores devem ter em relação a mais nova tendência que se estabelece nas questões energética e do campo ,ou seja : BIODIESEL e as mudanças na matriz .
Ao que parece se inicia agora uma nova etapa no modelo produção de energia e o Brasil passa a ser olhado com ambição por parte de grandes empresas estrangeiras que já compram e especulam terras devolutas. Mais uma vez, como há mais de 500 anos, volta o Brasil a ser considerado mero fornecedor de matéria-prima. É a chamada “vocação agrícola”.
Outras discussões foram feitas em uma semana de encontro, palestras, mesas redondas e grupos de comunicação. Entre elas eu poderia apontar quatro: transposição do Rio São Francisco, construção de inúmeras hidrelétricas nos rios Madeira e Tocantins, soberania energética dos povos na América Latina e juventude camponesa. Transcorro neste texto um breve relato de algumas conclusões feitas em Goiânia, com a participação de economistas, agrônomos, historiadores, sociólogos, antropólogos, trabalhadores rurais, lutadores e lutadoras do Brasil todo, que não se curvam frente às dificuldades e preferem resistir a esse modelo de sistema neoliberal que por hora vem se estabelecendo na cidade e no campo .
Um dos temas mais gerais e por conseqüência bem discutido é a participação da juventude na criação de projetos que diagnostiquem e melhorem a condição do jovem no campo para que este não presise deixar o setor rural e tenha que ir para as cidades virar mera mão de obra barata ou mesmo entrar na marginalidade.Conclui-se então que é preciso fazer com que este jovem fique no seu meio rural e estude para ajudar sustentavelmente mais esse meio. Coisa que infelizmente não vem acontecendo devido a crescente lógica do agro negocio que por vias tortas contribui para a expulsão do trabalhador do campo. Este modelo “agrocapitalizador” introduz pesadas perdas ao camponês brasileiro devido ao seu modelo de competição voltado a grande produção e as exportações. Essas perdas se concretizam através do crescimento do subemprego das massas populares e na concentração de renda exorbitante por parte de umas poucas empresas, diga-se, estrangeiras.Com isso a nível macroeconômico perde o país todo com a fuga de divisas e com a desnacionalização de suas riquezas. Ex: o mercado de temperos, no Brasil, já é quase 100% estrangeiro.
Desde a década de trinta se cria a ideologia de que o morador do campo é preguiçoso e atrasado (vide o Jeca Tatu e Mazzaropi) sempre com seu cigarrinho de palha na boca , é analfabeto e não dispõe de recursos para gerir sua roça. Não existia ainda a idéia do jovem do campo e o conceito de “agricultura moderna” que se estabelecia desconsiderava acintosamente o pequeno agricultor e que, somente grandes empresas poderiam abastecer o mercado. Em decorrência disso uma sensível evasão para as grandes cidades causa enormes prejuízos sociais para o país. Ex: aumento da violência e a favelizaçao das cidades.
Algumas questões foram levantadas e merecerem atenção da Plenária: Por que não avança a reforma agrária? Por que há impunidade com relação aos crimes ambientais? Por que a omissão consentida crescente dos governos perante a desigualdade social? Por que essa campanha valorizando o agronegocio burguês e destratando o campesinato e o produtor familiar? Por que é tão fácil a apropriação privada das terras devolutas do país pelo grande capital nacional e estrangeiro?
Conclui-se que por detrás das ações governamentais e da capitulação dos governos do país em relação aos interesses das empresas transnacionais e dos bancos está a política neoliberal do Fundo Monetário Internacional (FMI), da Organização Mundial do Comercio (OMC), e do Banco Mundial. Todas as ações desses organismos internacionais convergem para a afirmação dos interesses dos grandes capitais, e, em particular, aqueles que tem origem nos EUA, facilitando a concretização do império estadunidense.
Apontou-se também a divida externa brasileira, como produto histórico dos interesses das grandes empresas capitalistas no Brasil, criando um “fundamentalismo de mercado” negando, como principio, a equanidade e a justiça social, uma vez que caberá ao mercado premiar os bons e castigar os maus (sic).
O caráter entreguista e o absoluto desprezo que as classes dominantes nutrem pelo meio ambiente pelos camponeses e assalariados, pela saúde publica, pela soberania alimentar e pela afirmação do Brasil como nação soberana impede a afirmação da identidade nacional e da auto-estima como povo.
As verdades que nos tentam incutir, que querem nos fazer acreditar, são verdades de um mundo falso. Necessitamos rejeitar esse mundo que sentimos que está equivocado. Rejeitar esse mundo que sentimos ser negativo.Nossa negação é uma recusa aceitar a inevitabilidade da desigualdade social. Nossa negação é uma recusa a aceitar a inevitabilidade do desaparecimento do campesinato no Brasil e em todo mundo. Para tanto necessitamos construir uma proposta alternativa de desenvolvimento rural que respeite a cultura dos povos e que não coloque o homem a serviço do dinheiro, mas a riqueza a serviço do homem.
Finalmente conclui-se que haverá lutas duríssimas nos próximos anos graças a essa nova fase agrária e agrícola no Brasil, onde o projeto do Capital não só envolve os latifundiários, mas também uma aliança entre o capital financeiro, investidores e as transnacionais.Inclusive relatórios do próprio Banco Mundial apontam esse tipo de modelo (neoliberal) no campo, como criador de exclusão e divida social entre as massas populares e o agronegocio.
Há ainda o grave problema dos transgenicos.Não se sabe ao certo ainda que tipos de conseqüências podem vir a aparecer com o consumo desses alimentos que são produzidos a partir do conhecimento da biotecnologia para cruzar vegetais e animais, que não se cruzam na natureza (vide vaca louca).
Necessário se faz entender que qualquer modelo de agricultura deve ser voltado para as necessidades da população e não das empresas.
*Carlos Leen é estudante de Historia.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Capitalismo ou Socialismo ?

Diga-se de passagem, que lutamos por uma forma de vida igual para cada um de nós, buscamos no socialismo uma maneira simples de conviver em harmonia tentando fugir do capitalismo. A cada dia que passa vejo que o socialismo fica cada vez distante dos meus ideais, a loucura do capitalismo leva a ver bem mais claro que tudo isso é uma febre que não passa, e insiste bater sempre na mesma tecla.
O capitalismo hoje já atingiu um grau tão forte que para ser aniquilado, haveria uma revolução chamada de ‘’ viver ou morrer no capitalismo’’ hoje me pergunto como conseguimos chegar a esse ponto.
O socialismo é uma forma boa para se viver, os capitalistas estão com um pensamento muito escuro da verdadeira realidade. O socialismo não quer tomar o que você tem mais sim administrar e dividir igualitariamente à todos, como sonhos, oportunidade de emprego e mostrar que todos temos direto de crescer na vida, não apenas aquelas pessoas que nascem no berço de ouro. O socialismo veio pra mostrar isso, mais me pergunto até hoje, quando acontecerá uma revolução que velha a derrubar o capitalismo, e quando vier o povo tome coragem de impor o socialismo, e como será o nome dessa revolução, ‘’até quando viveremos nessa miséria’’ .

domingo, 30 de dezembro de 2007

Renasce Movimento Estudantil na UFMA-Imperatriz

No dia 4 de dezembro, os estudantes da UFMA(Universidade Federal do Maranhão), campus de Imperatiz, de forma ordeira e pacifica ocuparam os espaços daquele campus em protesto ao estado de desorganização e marasmo em que se encontra aquele espaço que deveria ser de busca de conhecimento, extensão e pesquisa, mas a realidade mostra o contrário. Está totalmente esquecido.
As reivindicações dos alunos
são por melhores condições de estudo, outra reivindicação dos alunos é que o senhor reitor viesse sentar e amarrar as conversas tidas anteriormente com o senhor Cândido, responsavel pela interiorização da UFMA no estado.
Os alunos retiraram o acampamento dia 20, deixando marcado uma reunião com o senhor Natalina Salgado, reitor da universidade, para dia 27 última, quinta-feira. Ele veio mas deu a entender que ele não quer conversas com os alunos, pois não quis reiterar com sua assinatura o compromisso com o senhor Cândido, segundo ele "retiraria a autoridade e seu compromisso era olho no olho de cada um que estava ali".

O movimento "Quem Sabe Faz a Hora", solidifica-se e organiza-se para permanecer na luta por Universidade Pública e de Qualidade e principalmente se as reinvindicações não forem aceitas haverá grandes chances de uma nova ocupação.
(Zé Luís Costa)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

1ª Edição do Jornalzinho Cinquentinha

Promessas de Ildon Marques faz nariz crescer

Na campanha eleitoral de 2004, o então candidato a prefeito de Imperatriz pelo PMDB, Ildon Marques fez uma série de promessas. Entre elas a que caiu na graça popular, o famoso "Chambarildo". Outra que ganhou destaque foi a promessa de mudar a CEREC para uma região fora da área residencial. Esta promessa foi pauta de vários programas eleitorais, que diante da ameaça que existia de rebelião dos presidiários, influenciou decisivamente o voto dos eleitores devido ao forte apelo propagandistico com imagens mostrando o novo local da CEREC, inclusive com a garantia que aquelas dependências mostradas já teriam sido doadas ao município para resolver este problema de segurança pública. Dezenas de outras promessas foram feitas, que espelham no lema de sua administração: "qualidade de vida"
Falta pouco mais de um ano para o prefeito Ildom Marques encerrar seu mandato, a CEREC continua onde sempre esteve, os bairros estão em completo estado de abandono, com esgotos correndo a céu aberto, alguns sem coleta de lixo, falta iluminação pública adequada, ruas esburacadas sem condições de tráfego. Por omissão, não resolveu o problema dos barraqueiros da avenida Beira Rio, sendo obrigado a cumprir mandado de despejo da justiça. Também por não cumprir a lei, foi obrigado a demitir centenas de funcionários contratados, prejudicando seus familiares e o município pela precarização dos serviços públicos por falta de pessoal. Já em 2005 deveria ter realizado concurso público para preencher as funções exigidas pela demanda dos serviços prestados pelo município à população. No ano de 2006 foi realizado concurso, mas com poucas vagas e dos candidatos aprovados poucos foram chamados até agora.
As crianças e os jovens continuam sem espaço de esporte e lazer. O símbolo mais evidente é o abandono em que se encontra o Ginásio Fiqueninho, local que deveria centralizar as atividades esportivas e culturais da cidade.
Mesmo sabendo que não poderia reimplantar o projeto "GUARDA MIRIM" por estar infringindo o Estatuto da Criança e do Adolescente, mentiu ao colocá-lo em suas propostas.
Nos bairros a juventude está em completa ociosidade, pois nem nas escolas existe espaços para prática esportiva ou qualquer outra atividade cultural . A ociosidade cria brechas para que o crime organizado alicie jovens cheios de energia por falta de uma política social de aproveitamento do potencial desta juventude. Uma conseqüência desta ingerência é que não tivemos nenhum atleta no PAN representando nossa cidade que está entre as 100 maiores cidades do interior do Brasil.
Pelas promessas não cumpridas, por um lema em que a "qualidade de vida" só fica no papel e na mansão do prefeito, nos faz lembrar do famoso escritor espanhol Carlos Calddi que em seu celebre livro "Pinóquio" o personagem cresce o nariz a cada vez que falta com a verdade. O atual prefeito de Imperatriz merece um novo nome: Ildonóquio.

Obras famigeradas imperam em Imperatriz

O termo famigerado designa coisa, objeto, que tomou notoriedade, sobretudo pelo seu lado negativo. E se tem algo que se enquadra neste perfil são as obras públicas, famosas por consumirem enormes quantias de recursos e nunca serem concluídas.
A história de Imperatriz é marcada pela decepção da população com os governantes que passaram e pelos que aí estão.
Para começar, há mais de uma década iniciou-se a construção de uma rodoviária pelo então governador do Estado, Ribamar Fiquene, que na fase conclusiva foi simplesmente abandonada após serem aplicados vultosos recursos públicos sem que nenhuma satisfação foi dada ao povo de nossa cidade. Até hoje é unânime o clamor por uma rodoviária decente.

A estrada do arroz é outra antiga reivindicação do povo. Questão que nunca fica fora de campanhas eleitorais, da oligarquia Sarney ao populismo de Jackson Lago. O resultado continua sendo uma estrada esburacada com pontes abandonadas só com armação de concreto onde também já foram investidos altíssimas cifras do erário público. O povo continua na poeira e nas épocas de chuva a estrada fica praticamente intrafegável.

A Central de Tratamento de Esgoto construída nas proximidades do CEFET consumiu muito dinheiro público e lá está totalmente abandonada. Grande parte dos detritos dos esgotos de Imperatriz é jogada diretamente no rio Tocantins, constituindo um verdadeiro crime ambiental e causador de uma série de doenças à população, que por um motivo ou outro usa a água do rio. Não é por acaso que Imperatriz tem um alto índice de pessoas com hanseníase. Certamente provocada por este descalabro do governo estadual

Até agora foram mencionadas obras bancadas pelo executivo estadual. Vamos agora apontar o que ocorre com as obras de responsabilidade do executivo municipal.

O mercado do peixe se encontra em total abandono. Uma obra iniciada na gestão de Jomar Fernandes (PT) que tinha o projeto de transformar o espaço ora ocupado pelos pescadores da colônia Z-29 em um centro de artesanato, mesmo contra a vontade dos trabalhadores. Jomar Fernandes não concluiu a obra e o atual prefeito Ildon Marques (PMDB) não toma nenhuma atitude para solucionar o problema. Como se esse importante espaço não fosse patrimônio do povo de Imperatriz. Os pescadores continuam comercializando o pescado nas calçadas, pois o espaço para onde foram deslocados não tem nenhuma infra-estrutura nem visibilidade para a comercialização de peixes.
Outro descalabro é o Cais do Porto, local por onde chega o povo e os produtos das cidades ribeirinhas, não tem nenhuma estrutura e sequer fora elaborado até hoje um único projeto para dar condições adequadas para os que utilizam aquele espaço. Não bastasse ainda tem os esgotos que são despejados no local.
A dupla Jomar/Ildon tem dado muita dor de cabeça ao povo de Imperatriz. O primeiro começa e não termina e o segundo ao invés de concluir as obras, aluga espaços privados sem dar a mínima explicação à sociedade Imperatrizense. É o que aconteceu com a Secretária de Educação do Município. O prédio está abandonado e a mesma está funcionando no espaço da “antiga” livraria Imperatriz. Qual o preço do Aluguel?


Imperatriz é carente de espaços de prática esportiva e de recreação e os poucos que existem se encontram funcionando precariamente a exemplo do

Centro de Desportos Barjonas Lobão (Fiqueninho) que se encontra com suas instalações depredadas e sem nenhuma manutenção. Em três anos de mandato da atual administração a única proposta é cômica e estúpida: transformar o Fiqueninho em centro de esportes. Projeto de vereador que está na pauta da câmara municipal. É de causar espanto que após vários anos em que o centro foi inaugurado, e por inoperância do poder público o espaço se encontra subutilizado, a proposição do vereador requer o obvio.

Em pleno centro da cidade temos a antiga Central de Ambulâncias, na Avenida Dorgival Pinheiro de Sousa entre Simplício Moreira e Coriolano Milhomem. Similar as outras obras já foram aplicados enormes quantias de recursos públicos e até o momento o que vemos é um espaço ocioso servindo como esconderijo de marginais e deposito de lixo. Como é de práxis o prefeito Ildon Marques(PMDB) relegou este patrimônio do povo ao abandono e alugou outro local por valor não divulgado (antigo prédio da empresa (HERINGER TAXI AÉREO), no bairro Juçara para ser a nova sede da Central de Ambulâncias.

No Bairro Boca da Mata existia o Hospital da Criança, hoje literalmente destruído. Seguindo sua política de favorecimento e concentração de renda, o gestor atual alugou por cifras obscuras um hospital privado na rua Luis Domingues com a Rua Pará onde funciona hoje o Hospital da Criança. Coisa igual ocorreu com o próprio Socorrão que é um espaço privado alugado pelo poder público. Vários postos de saúde do município estão abandonados, para substituí-los o prefeito como sempre recorre aos aluguéis para beneficiar seus correligionários e apadrinhados.
Famigeradas PPP´s (parcerias público-privado) coisa de neoliberal.

Opinião dos Militantes do Núcleo Curimatá do Psol de Imperatriz:

Wilson Leite: Administrações inoperantes se refletem em obras inacabas e gasto do dinheiro público em aluguéis sem garantia do bom atendimento aos cidadãos. Mas nada é por acaso, com a desculpa típica da burguesia há a promessa que em 2008 Imperatriz se transformará em um canteiro de obras. Por que em quatro anos eles só fazem em ano de eleições?

Wellyngton Chaves: Nos bairros a dificuldade de se deslocar é difícil, devido aos buracos e esgotos que causam danos materiais aos transeuntes e doenças em crianças e idosos. Isto é qualidade de vida?.



Cláudio Pereira: Universidade para todos, gratuidade para ninguém. Seguindo a risca as determinações do banco mundial e do FMI o governo aplica a lógica do mercado à educação superior. A privatização se dá através de repasses de verbas para construção de prédios suntuosos via BNDES e isenções superfaturadas através do PROUNI para as faculdades privadas em detrimento das instituições públicas que sofrem constantes cortes orçamentários.

Carlos Leen: Sem dúvida nenhuma, faltam espaços em Imperatriz que desenvolvam o fazer cultural e que envolvam nossa juventude de forma sadia, pois a cultura faz parte de um ser humano mais construtivo na sociedade. Esses espaços seriam: centros de cultura alternativo nos bairros, áreas de lazer como quadras de esportes e projetos que incentivem ações culturais concretas. Tais medidas ocupariam o tempo ocioso da juventude hoje marginalizada.

Resultado do Plebiscito Popular pela reestatização da Vale do Rio Doce em Imperatriz
SIM:................................... 4.087 votos
NÃO:........................................96 votos
BRANCOS:.................................6 votos
NULOS:.....................................0 votos
-----------------------------------------------
TOTAL DE VOTOS:.............4.189 VOTOS

40 anos sem Che Guevara
Che Guevara é um exemplo a ser seguido pela dedicação de sua luta contra os opressores e o sonho de construção de uma sociedade socialista e a luta por um homem novo, consciente, livre e solidário.
A burguesia queria matar o Che. Levou seu corpo, mais imortalizou seu exemplo. Che vive! Viva o Che!


Os militantes do PSOL de Imperatriz cumprirão mais uma tarefa na organização do partido, realizando no dia 19 e 20 de janeiro de 2008 o I Congresso Municipal, onde contarão com a presença de representantes da Executiva Estadual além de simpatizantes e população em geral.Dentre os temas, será discutido a atuação do diretório na próxima eleição municipal.
No evento a sociedade de Imperatriz passará a conhecer os militantes e as propostas do partido. Encerrando o evento, será realizada a eleição da nova direção municipal, que terá o papel de interagir com os movimentos sociais e a sociedade na construção de uma alternativa para os trabalhadores.

PSOL uma alternativa cada vez mais real no Maranhão

SÃO LUÍS – O coletivo do PSOL – MA, formado por independentes e tendências internas, da capital e do interior do estado, esteve reunido nos dias, 04 e 05 de agosto, durante o I CONGRESSO ESTADUAL, realizado no Sindicato dos Bancários, em São Luís – MA. No congresso, o militante Paulo Rios, de São Luís e um dos fundadores do PSOL, obteve 80% dos votos, sendo eleito Presidente Estadual do PSOL-MA.
Durante o Congresso, delegados e observadores debateram temas relevantes para a construção partidária, destacando-se a construção de um partido de esquerda aliado dos movimentos sociais e em defesa incondicional da classe trabalhadora. Pôs-se em evidência a necessidade de constante apoio às mobilizações das diferentes categorias profissionais diante das investidas do sistema capitalista nas suas mais diferentes formas de manifestação. O coletivo partidário ratificou apoio à Greve dos professores da UEMA e da Rede Estadual de Ensino, que já ultrapassava dois meses.
No âmbito das discussões eleitorais, a maior polêmica, o PSOL decidiu ratificar a política de alianças construída nas eleições de 2006, quando da candidatura de Heloisa Helena pela Frente de Esquerda (PSOL, PSTU, PCB), com partidos que convergem com os princípios programáticos do partido. No contexto maranhense, apenas o PSTU é possível aliado para as eleições 2008, tendo em vista que o PCB encontra-se na base de apoio do Governo Jackson Lago. (Rogério Costa - Sec. de Comunicação)

Nenhum pensador revolucionou tanto o pensamento ocidental como o filosofo alemão Karl Heinrich Marx (1818-1883). Suas idéias serviram e servem de base para a organização da classe trabalhadora contra a exploração capitalista em todo o mundo. Vide a Revolução Russa e os movimentos operários na Europa no inicio do século XX.
Toda a falácia da ideologia burguesa é desmascarada em duas de suas obras: O Capital de 1863 e O Manifesto Comunista de 1848. Esta última escrita com Frederich Engels.
Num momento em que a exploração capitalista cassa direitos trabalhistas e privatiza o planeta para benefício de poucos é de extrema importância para o trabalhador conhecer a obra de Karl Marx

Heloísa Helena: dedicação à causa dos trabalhadores

No primeiro congresso do PSOL realizado no Rio de Janeiro em junho deste ano, Heloísa Helena foi aclamada a continuar como presidente nacional do partido. Em seu discurso de posse reafirmou suas idéias bastante divulgadas durante a campanha para Presidente da República contra a exploração capitalista, combate à corrupção e lavagem de dinheiro e à política de beneficiar banqueiros.


Quem vive do trabalho suado, quem depende de salário, têm representantes combativos no Congresso Nacional

O Senador José Nery(PA) e os deputados federais Chico Alencar (RJ), Ivan Valente(SP) e Luciana Genro(RS) são os representantes do povo trabalhador que atuam decisivamente pelas causas da maioria e na batalha contra a corrupção. Estes, têm desempenhado papel decisivo para que as maracutaias sejam investigadas. Infelizmente a maioria dos parlamentares não representam os interesses da maioria do povo e fazem com que como no caso Renan Calheiros tudo termine em Pizza. A bancada do PSOL continua firme com seus compromissos e seus deputados estarão sempre defendendo os anseios da classe trabalhadora para construir uma sociedade que elimine as desigualdades sociais. Recentemente numa eleição realizada para apontar os dez parlamentares mais atuantes em Brasília o PSOL estava presente majoritariamente.
O combate ideológico às sutilezas das idéias capitalistas é fundamental para não repetirmos a história do escravo que queria virar o "senhor".

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

NOTA DE APOIO

O Partido Socialismo e Liberdade através do Núcleo Curimatá de Imperatriz vêm por meio desta, dar total apoio à manifestação realizada pelos estudantes do campus II da Universidade Federal do Maranhão, nesta terça-feira pelas ruas do centro da cidade.
Mas uma vez a juventude estudantil foi às ruas para expor à sociedade o caos em que se encontra o ensino brasileiro, em especial o ensino superior público. Lideranças estudantis dos cursos de Enfermagem, Ciências Contábeis, Jornalismo, Direito, Engenharia de alimentos e pedagogia, levaram através de cartazes, faixas, panfletos, discursos e palavras de ordem a atual situação do ensino no campus II da UFMA.
Apoiados pelos estudantes de outra universidade pública de Imperatriz: a UEMA/CESI, somaram forças para ascender às reivindicações da comunidade estudantil.
O Partido Socialismo e Liberdade parabeniza os estudantes e reitera seu apoio incondicional a todas as manifestações cujo objetivo seja a real melhoria das condições de ensino público de qualidade. Colocamos-nos a favor dos estudantes e contra o REUNI, projeto este, que tem um objetivo falacioso de “expandir” o ensino superior, mas tal expansão não leva em conta um item importante para quem pretende ingressar nas instituições públicas: autonomia e qualidade.
É papel importante que os militantes do PSOL têm a cumprir de estarem inseridos nas lutas pela melhoria do ensino fundamental, médio e superior da segunda maior cidade do Estado, engrossando as trincheiras dos movimentos em prol do desenvolvimento do nosso povo.
Em muito nos orgulhamos de vermos unidas duas universidades públicas, mostrando que a historia se repete a cada ciclo, e que os estudantes têm sempre um papel principal nesta história estando à frente nas lutas. “Só a luta muda à vida” não é um jargão de um único partido, mas sim de todos que compartilham do mesmo ideal.

Saudações Socialistas a todos os estudantes de Imperatriz

Núcleo Curimatá do Psol de Imperatriz
Wilson Leite